Animais de Serviço

Animais de Serviço

Animais de Serviço

A Celebrity Cruises aceita cães-guia e cães de serviço em todos os navios. Não são aceitos cães de apoio emocional nem animais de estimação comuns.

Um cão de serviço é definido como um cão treinado individualmente para realizar tarefas específicas que auxiliem uma pessoa com deficiência. Esses cães não são considerados pets.

Não é obrigatório apresentar comprovação formal de que o cão é de serviço, mas é recomendado, como carteirinha, laudo, documentação, uso de colete ou arnês de identificação, ou declaração verbal da própria pessoa com deficiência.

Área para necessidades do animal

O navio disponibiliza áreas específicas de aproximadamente 1,2 m x 1,2 m (equivalente a 4 pés por 4 pés), com cobertura apropriada para que o cão possa fazer suas necessidades.

Essas áreas podem ser compartilhadas com outros cães de serviço a bordo. O espaço chamado “Lawn Club”, presente em alguns navios da classe Solstice, não é considerado área autorizada para esse fim.

Caso precise dessa estrutura, informe o Departamento de Acessibilidade no momento da reserva ou, no máximo, até 30 dias antes do embarque.

Circulação no navio

O cão de serviço pode acompanhar a pessoa com deficiência em todas as áreas públicas, inclusive restaurantes.

Enquanto estiver nas áreas comuns, o cão deve estar sempre com coleira, guia ou arnês.

Por normas sanitárias, não é permitido o acesso a piscinas, jacuzzis ou áreas de spa.

Responsabilidades do tutor

O cuidado, alimentação e supervisão do cão são de total responsabilidade do tutor. A companhia não fornece ração nem cuidados veterinários.

É permitido levar quantidade razoável de ração e potes sem custo adicional. Caso precise de armazenamento refrigerado para a ração, avise com até 30 dias de antecedência.

Se em algum porto o tutor decidir descer do navio e o cão precisar permanecer a bordo, ele deverá providenciar alguém responsável pelo animal. O cão não pode ficar sozinho na cabine, e a tripulação não é responsável por cuidar dele.

Documentação

O passageiro é responsável por providenciar toda a documentação sanitária exigida pelos países visitados, tanto nos portos de escala quanto no destino final.

Isso pode incluir Certificado Veterinário Internacional (CVI), comprovante de microchip, carteira de vacinação atualizada, especialmente vacina antirrábica, e tratamentos exigidos pelo país de destino.

Para consultar exigências oficiais, acesse:

Uma cópia da documentação deve ser mantida com o tutor e outra entregue na recepção do navio no embarque.

Essas exigências são determinadas pelas autoridades sanitárias de cada país, e não pela companhia de cruzeiro. As regras podem mudar sem aviso prévio.

Comportamento do animal

O tutor é responsável por qualquer dano ou comportamento inadequado do cão. Pode haver cobrança de taxa de limpeza.

Se o cão apresentar comportamento que coloque em risco outros passageiros ou a tripulação, o embarque pode ser negado ou o passageiro pode ser desembarcado às próprias custas.

Exemplos de comportamento inadequado incluem rosnar ou latir excessivamente, morder ou avançar em alguém, não utilizar a área designada para necessidades, subir em móveis ou comer sobre a mesa.

Reino Unido

Cães de assistência que entrarem no Reino Unido devem cumprir as regras do Pet Travel Scheme.

Normalmente é exigido microchip implantado, vacinação contra raiva válida, tratamento contra vermes entre 24h e 120h antes da chegada e certificado veterinário oficial ou passaporte europeu para pets, quando aplicável.

Caso a documentação esteja incorreta, o animal pode ser colocado em quarentena ou devolvido ao país de origem, com todos os custos sendo responsabilidade do tutor.

Austrália

A Austrália possui regras sanitárias rigorosas. É necessário verificar previamente todas as exigências específicas para entrada de cães de serviço no país.